
Era uma vez um menininho negro, com todas as característica de sua origem genética que com o passar dos anos foram, não perdidas, mas atenuadas externamente. Parece que ele não queria crescer e quando juntou muito dinheiro como gente grande faz, criou a sua Terra do Nunca, onde poderia ser criança para sempre. Todavia, a morte angústia de quem vive, mostrou as suas garras e ceifou aquele sonho para sempre e a Terra do Nunca perdeu o seu Peter Pan. Mas, o Capitão Gancho e um séquito de fãs prometem manter a sua memória para sempre. Para esses, em alguns casos, falta do que fazer, e para outros que realmente apreciam a arte do cantor é algo que soa como religião ou coisa semelhante. E para aquele, somente o lucro fácil que alimenta e realimenta a boca enorme do mercado fonográfico e seus congêneres do capitalismo que lucram, dançam e festejam sobre os restos mortais do ídolos que partiram.
Nesse mundo onde tudo é mercadoria, até a morte de alguém é possibilidade de lucro. Marilyn Monroe e outros ícones da arte não pagaram o mesmo tributo ao Capitão Gancho? Vendem mais mortos do que vivos. Isso denota como o ser humano é mórbido e sente um insano prazer em fuxicar no que já não tem mais vida. Tal coisa é recorrente no dia-a-dia, quem nunca parou para ver os destroços de um acidente? Sinceramente, todo mundo e até mesmo eu!
A nossa televisão é campeã em explorar este lado bisonho do homem. Mostra de tudo para ganhar os preciosos pontos no IBOP. Em seus programas de auditório, que são ridículos, o bizarro e o impudento são apresentados com o único e exclusivo motivo para provocar emoção no mórbido do telespectador e conseguir mais lucros e lucros para as emissoras. Assim foi com Michael Jackson e com todos os que se foram! E por incrível que pareça assim é também com os vivos. Não citarei nomes, mas uns apresentadores das três emissoras que estão em primerio lugar não sossegam enquanto não tiram lágrima do entrevistado e do espectador , afinal têm que vender emoção e isso dá lucro.Nesse mundo onde tudo é mercadoria, até a morte de alguém é possibilidade de lucro. Marilyn Monroe e outros ícones da arte não pagaram o mesmo tributo ao Capitão Gancho? Vendem mais mortos do que vivos. Isso denota como o ser humano é mórbido e sente um insano prazer em fuxicar no que já não tem mais vida. Tal coisa é recorrente no dia-a-dia, quem nunca parou para ver os destroços de um acidente? Sinceramente, todo mundo e até mesmo eu!
Isso é lamentável e, até eu estou fazendo a mesma coisa aqui. Utilizei o nome do falecido Peter Pan para escrever este pequeno desabafo e tocar sua emoção com o objetivo de que você juntamente comigo diga não a essa mercantilização da vida e morte que estamos vivendo e comecemos a encarar a vida como uma dádiva. Pelo menos até a saida de cena de outros artista!
Que venham as vendas. Um abraço!!!!!
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