
Um suposto embate, um morto, um ferido e versões e o desaparecimento de um menino de onze anos. Um secretário de segurança lacônico, alguns policiais meio atrapalhados - de propósito(?), negligentes(?) ou incompetentes(?) - que não dão respostas satisfatórias à sociedade e, principalmente, a família do jovem desaparecido(?), morto(?) por quem deveria antes protegê-lo. Mas que? Deixemos de lado toda ficção a esse respeito e volvemos ao mundo real, palpável e cruento do Rio de Janeiro. Possivelmente, Juan será mais um número na estatística do Estado no que concerne ao encontro de cadáveres ( que me perdoem os pais do Juan por escrever isso) que a secretaria de segurança publica. Ainda, possivelmente, somente os agentes do Estado que atuaram na operação que resultou nesta tragédia podem dar respostas que a sociedade precisa ouvir. A família tem o direito de saber o que aconteceu com o seu menino, recebê-lo vivo e sepultá-lo se for o caso, tais hipóteses parece que somente serão possíveis se os agentes do Estado derem as repostas certas.Tudo indica que eles e somente eles são os detentores da verdade. Libertem a verdade.
Esse episódio de Nova Iguaçu lembra, um outro ocorrido na Barra da Tijuca, quando uma engenheira desapareceu. A qual teve a sua morte presumida declarada pela justiça e respondem por ela agentes do Estado que real, mas ficcionalmente, deveriam protegê-la, Será que o caso Juan terá o mesmo desfecho?
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