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VERDADE BÍBLICA

Yeshua disse: Não penseis que vim destruir a Torah (Lei) ou os profetas; não vim para destruí-los, mas para cumprí-los. (Mt 5.17)

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domingo, 12 de setembro de 2010

Fermento

















Certa vez, Paulo afirmou que um pouco de fermento leveda toda a massa[1]. Mas qual seria esse pouco de fermento? Segundo a tradicional leitura das palavras do apóstolo, seria o cumprimento da Lei do Eterno. Porque, segundo alguns crêem, estamos na graça e não devemos guardar os mandamentos, isto é, a Lei. E, se tentarmos guardá-la, estaríamos indo contra o sacrifício do Messias, o qual teria nos libertado da Lei. Ora, será que isto corresponderia ao pensamento de Paulo?  Ou estaria somente de acordo com o pensamento do mundo, que jaz no maligno?

O Rabino (mestre) Paulo como fiel servo de D’us e apóstolo de Jesus Yeshua[2], o Messias,² Jamais falaria algo dessemelhante ao que seu Adon afirmou. O próprio Yeshua disse aos seus discípulos que as palavras que ele dizia não eram dele, mas daquele que o havia enviado[3]. Se foi assim com o Filho do Pai, por que seria diferente justamente com o apóstolo dos gentios? Está claro que nenhum dos enviados, emissários ou apóstolos de Yeshua jamais ousaram falar o que não coadunasse com as palavras do Messias e do Pai. É ponto pacífico isto.

Mas, voltando ao um pouco de fermento leveda toda a massa, como eu posso identificar esse fermento? Pelas escrituras e pela literatura relativa ao assunto. O Messias em seu ministério ao anunciar o reino de D’us volta e meia se chocava com os escribas e fariseus (e saduceus?), porque estes sobrecarregavam o povo com fardos e, segundo Yeshua, nem com o dedo ousavam movê-lo.[4] Então, podemos ver que o objeto que Yeshua punha em condenação não era a Lei, mas as tradições dos homens[5] que invalidava o mandamento de D’us. Diante disso, poderia alguém dizer que Paulo ao falar da graça de D’us estaria condenando a Lei? Ou o que foi produzido pelos homens no intuito de produzir santidade nos seus semelhantes? É claro e evidente que o Rabino Paulo em consonância com o seu Adon também se referia a elementos, leis, tradições e costumes dos homens que seriam tidos como capazes de levá-los a executar a vontade do Eterno, ou seja, não violar a Lei.

[1] Gl 5.9
[2] Tt 1.1
[3] Jo  17.8
[4] Mt 23.4
[5]  Is 29.23; Mt 15.1-9




Obras da Lei. Esta expressão ocorre nas Epístolas paulinas (Romanos e Gálatas) e ela seria, tradicionalmente, interpretada como o esforço que o homem faria para cumprir a Lei para ser salvo, fato que não possui nenhuma base bíblica. Yeshua vinha mostrando aos seus discípulos que a obra necessária para ser salvo é crer naquele que D’us enviou[6]. Notemos que a obras não eram de homens, mas de D’us[7], porque é o Pai que dar aqueles que vão crer ao Messias. Isto se encaixa perfeitamente com o que escreve o apóstolo Paulo em suas epístolas[8], (Epístola aos Efésios, Romanos e Gálatas), nas quais é explicitada a incapacidade humana de prover para si salvação. Desse modo, D’us a proveu para o homem mediante o seu Filho, Yeshua. Então, quando Paulo fala das obras da lei, ele está se referindo ao esforço humano para fazer o que humanamente é impossível.
As obras da lei não têm nada a ver com a Torá (Lei), porque elas pressupõem que a própria Torá precisa de cercas, limites, para não ser transgredida pelos homens. Sendo assim, são adições feitas à Torá pelos próprios homens. Porém, está escrito que não se deve acrescentar nada a Lei[9], posto que quem assim o faça não está agindo de acordo com os mandamentos do Eterno, ficando de tal modo sob maldição. Pois, maldito é quem não confirmar as palavras da Lei. O Messias nos resgatou dessa maldição, ou seja, agora podemos cumprir, por fé, somente a Lei do Eterno e não prescrições meramente humanas.


[6] Jo 6.28,29
[7] Jo 6.36
[8] Ef 2. 1-9
[9] Dt 4.1,2




Concluímos, portanto que o fermento não é pertencente a Torá, sendo somente tradições provindas de homens e adições feitas à Torá e que Yeshua nos libertou desse fermento para podermos cumprir os mandamentos do Eterno, sendo desse modo povo seu e Ele (O Eterno) nosso D'us. Pois:
"Bem-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas." Ap 22.14


Para quem quiser conhecer melhor o assunto e ver a verdade que a Torá deve ser estudada e aplicada na vida daqueles que crêem em Yeshua (Jesus) como o messias de Israel, sugiro dois sites que poderão ajudar profundamente.


www.torahviva.org
www.ensinandodesiao.org.br

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