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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Um quê de Rousseau

Quantos homens entre mim e Deus! Esta frase é de Jean Jacques Rousseau e por causa dela sofreu perseguição de católicos e protestantes. Será que hoje alguém sofreria perseguição se dissesse, se referindo aos políticos: Quantos homens entre mim e meus direitos?
Hoje sete de Setembro, dia em que o Brasil comemora 117 anos de sua independência política de Portugal, será palco de um manifestação nacional, via internet, a favor da saída do senador José Saney da presidência do Senado Federal, motivada ainda pelas aquelas denúncias derivadas dos famosos(que contradição!)atos secretos que serviam de benesses para alguns, supostamente, apadrinhados e "anetados" pelo supracitado político que representa o Amapá. Ora, para que desperdiçar um dia como esse em frente ao computador para dizer apenas fora Saney? Não seria melhor gritar a plenos pulmões desapareçam todos os políticos do Brasil? Ou melhor do mundo?E, ainda, nem nasçam mais? Se isso fosse possível o mundo poderia ser melhor? Ou continuaria a mesma lerda? Essas questões e outras que surgissem mais tarde são insolúveis, pois ainda não se produziu uma nação que tenha existido sem os seus devidos políticos. Essa praga sempre deve existir, pois como se fariam as leis? Mesmo as mais esdrúxulas necessitam desses homens "abnegados" pela coisa pública para serem feitas. Portanto, estamos num mato sem cachorro e agarrados a existência de quem supostamente é desnecessário existir.
É algo lamentável essa necessidade que os povos e países possuem em relação a esses "nobres" representantes dos cidadãos, onde estes existam de fato e de ditreito, mas que na verdade, como toda instituição representam interesses somente da ordem econômica e política estabelecida e não genuinamente daquilo que fazem o eleitor pensar que seja: os interesses do povo. Não é isso que vemos diariamente? Entre o direito do povo e a ordem estabelecida, fica-se com a segunda e continua até que seja vencida a luta política ou, então, não haja mais nenhuma utilidade para quem detinha o que beneficiaria ao que buscava ter os seus direitos reconhecidos. Se não for assim, nada vem de graça para o cudadão. Tudo é fruto de muita luta!
Faço essa pequena reflexão tendo na mente um quê de Rousseau: vendo que o homem nasce livre e geme agrilhoado por toda parte. Quem é nesse mundo livre das convenções sociais? Ninguém. E, por conseguinte somos de certo modo atados às proprias necessidades de ordem que há na sociedade e em cada ser humano. Um abraço e desfrute de sua liberdade mesmo que esta não seja absoluta como desejamos.

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