
Estes são símbolos de religiões. Todos vivemos nesse globo chamado terra, sejamos pois fundamentalista!
Não sou um cara averso à religião, porém, não tenho uma no sentido de pertencer à uma agremiação das que existem pelo mundo, daquelas que somente vêem o seu umbigo e perseguem as demais. Longe de mim fazer tal coisa, prefiro a liberdade que tenho de ver em cada confissão, mesmo que não concorde com seus dogmas ou doutrinas algo de valor para o homem. Eu em sã consciência não creio que o religioso, na mais pura acepção da palavra, seja alguém que vise o mal do próximo. Também creio que não seja perfeito, possuindo seus momentos de ira, mas, se ele for fundamentalista, vivendo dentro dos fundamentos de sua fé somente quererá o bem, nunca o mal. Além dele, isto é, dos fundamentos vemos o que diriamente assistimos: nada que preste.
O homem é pequeno e até mesquinho e para dizer que seu ismo é melhor que o ismo do semelhante não leva mais do que alguns segundos ou menos tempo e daí a levantar o pé contra o seu potencial oponente, na visão dele, por pertencer a outro ismo leva um tempo extraordinariamente curto que geralmente descamba em tragédia. Na minha visão a religião serve como um freio aos instintos mais baixos do ser humano quando e somente quando se aprende a viver segundo os fundamentos da fé. Talvez seja possível, para alguns, que a minha visão esteja sendo um pouco generosa com os fundamentalistas que assombram o mundo com suas ações bélicas. Entretanto, estes não podem de jeito algum ser nomeados dessa forma; no máximo, podem ser chamados exarcerbadores de alguns pontos de sua crença, fato que os leva a praticar os mais inomináveis feitos em nome de sua divindade. Isto posto, digo que o fundamentalista age de modo diametralmente oposto. São cordatos e pacificadores.
Assim, podemos encontrar homens dessa estirpe em qualquer religião, seja no cristanismo, no judaismo, no islamismo, no hinduismo e em todas as demais confissões religiosas e inclusive nas manisfestações religiosas que grassam nesse mundo. Um abraço.
Não sou um cara averso à religião, porém, não tenho uma no sentido de pertencer à uma agremiação das que existem pelo mundo, daquelas que somente vêem o seu umbigo e perseguem as demais. Longe de mim fazer tal coisa, prefiro a liberdade que tenho de ver em cada confissão, mesmo que não concorde com seus dogmas ou doutrinas algo de valor para o homem. Eu em sã consciência não creio que o religioso, na mais pura acepção da palavra, seja alguém que vise o mal do próximo. Também creio que não seja perfeito, possuindo seus momentos de ira, mas, se ele for fundamentalista, vivendo dentro dos fundamentos de sua fé somente quererá o bem, nunca o mal. Além dele, isto é, dos fundamentos vemos o que diriamente assistimos: nada que preste.
O homem é pequeno e até mesquinho e para dizer que seu ismo é melhor que o ismo do semelhante não leva mais do que alguns segundos ou menos tempo e daí a levantar o pé contra o seu potencial oponente, na visão dele, por pertencer a outro ismo leva um tempo extraordinariamente curto que geralmente descamba em tragédia. Na minha visão a religião serve como um freio aos instintos mais baixos do ser humano quando e somente quando se aprende a viver segundo os fundamentos da fé. Talvez seja possível, para alguns, que a minha visão esteja sendo um pouco generosa com os fundamentalistas que assombram o mundo com suas ações bélicas. Entretanto, estes não podem de jeito algum ser nomeados dessa forma; no máximo, podem ser chamados exarcerbadores de alguns pontos de sua crença, fato que os leva a praticar os mais inomináveis feitos em nome de sua divindade. Isto posto, digo que o fundamentalista age de modo diametralmente oposto. São cordatos e pacificadores.
Assim, podemos encontrar homens dessa estirpe em qualquer religião, seja no cristanismo, no judaismo, no islamismo, no hinduismo e em todas as demais confissões religiosas e inclusive nas manisfestações religiosas que grassam nesse mundo. Um abraço.
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