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terça-feira, 28 de julho de 2009

Fórmula 1 é esporte?

Lamentável o que ocorreu com Felipe Massa. Uma mola solta a 200km/h quase transforma em tragédia o treino para o grande Prêmio da Hungria. Se não fosse o capacete feito de material próprio para suportar fortes impactos com certeza algo pior aconteceria com o brioso piloto. Felizmente nada aconteceu! Entretanto, se tivesse ocorrido algo o mundo da Fórmula 1 prosseguiria incólume como se nada houvesse abalado o Circo, afinal não seria a primeira vítima desse esporte. Esporte? O que há de esportivo no Circo da Fórmula 1? Bem, lançar um homem num carro a mais de 300km/h não é nada esportivo, no mínimo poderíamos chamar de insano e coisas do gênero, nunca adjetivar daquela forma. Porém, o que manda é o poder do dinheiro e interesses ligados a ele, assim, a mídia sedenta pelo vil metal e o público aficcionado chamam tal coisa de esporte. E os que ficam louco para ver um acidente chamam-no de que? Talvez, de oportundade de assistir a uma tragédia ao vivo e a cores. Eu que não me incluo em nenhum desses casos a denomino de besteira.

Carne e ossos não combinam com velocidade e metal, e por mais seguro-como dizem- que seja sentar num carro dessa categoria esportiva(?) qualquer pessoa com o mínimo de bom senso observa que a cada corrida esses homens estão se espondo a riscos. Mas o que é isso nesse mundo milionário? O que vale é dar ao público, isto é, a todos, aquilio que é do seu desejo, o resto não importa. Embora esteja traçando um retrato nada romântico dessa categoria-é possível vê-la desse modo?- é o que vejo nela e nada mais. É algo meramente empresarial e os pilotos são apenas objetos descartáveis nesse mundo de altíssimos salários e enormes interesses.

Os defensores do automobilismo talvez argumentem que há outras profissões ou esportes bem mais inseguros do que esse e que eles são o meio de vida de muita gente. Forçosamente, eu concordaria, mas daria como contra-argumento que se deveria pesquisar outros meios de se fazer um trabalho sem expor o homem a riscos desnecessários ou então arcar com os prejuízos. Entretanto, vi que vivemos num mundo em que as coisas valem mais que as pessoas-ás vezes se mata por um real-então, quedo-me à realidade! No entanto, prefiro continuara a crer que a vida é bem mais importante que tudo.

Um abraço!



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